segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Ensaios para o VIII Festival Folclórico da Escola Brigadeiro Eduardo Gomes.











terça-feira, 7 de agosto de 2012

Brasil supera Rússia em jogo dramático e vai à semi no vôlei feminino

LONDRES, 7 Ago (Reuters) - O Brasil jogou como atual campeão olímpico na hora que precisava e, depois de salvar seis match points, derrotou a Rússia por 3 sets a 2 e se classificou para as semifinais dos Jogos de Londres, nesta terça-feira, enterrando uma primeira fase em que esteve à beira de ser eliminado.

"Foi uma das mais lindas vitórias que esse time já teve. O time da Rússia é muito bom ... Hoje a gente saiu de várias situações difíceis. Em jogos assim o time cresce. As jogadoras cada vez criam mais personalidade", disse o técnico José Roberto Guimarães, aliviado após a partida.

O adversário da semifinal será o Japão, que venceu a China, também no tiebreak. O retrospecto brasileiro é de três vitórias em três jogos contra as japonesas em Olimpíadas.

"A gente já tem que começar a pensar no Japão, mas não me pergunta nada do Japão agora, quero curtir um pouco essa vitória", declarou o treinador brasileiro.

A vitória contra a Rússia, com parciais 24-26, 25-22, 19-25, 25-22 e 21-19, foi uma revanche dos Jogos de Atenas-2004, quando o Brasil estava com vantagem de 24-19 no quarto set da semifinal, perdeu todos os match points e acabou derrotado.

As russas também superaram as brasileiras nas finais dos Mundiais de 2006 e 2010.

"Estava entalado, esse jogo era muito importante para a gente. Não só o fato de passar para a semifinal, mas de passar o estigma que muita gente diz que o Brasil não ganha da Rússia", disse o técnico.

"A gente não pode esquecer a Olimpíada de Pequim, que a gente ganhou de 3 a 0", acrescentou Zé Roberto, lembrando do título brasileiro na Olimpíada passada.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Eleições 2012: Debates e entrevistas definidas



Realizado ontem (12), no Sistema Tapajós de Comunicação (STC) o sorteio que definiu as rodadas de entrevistas e debates entre os candidatos que irão concorrer à prefeitura de Santarém. Na ocasião representantes de 11 partidos estiveram presentes.
A primeira rodada de entrevistas será no período de 27 a 31 de agosto no programa Meio Dia em Ponto, da rádio 94 FM. A segunda, será de 10 a 14 de setembro também no programa Meio Dia Em Ponto.

Já na TV Tapajós, a primeira rodada de entrevistas será realizada de 20 a 24 de agosto no Jornal Tapajós 2ª edição e a segunda rodada será de 17 a 21 de setembro no Jornal Tapajós 1ª edição.


Fonte: No Tapajós

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Eleições 2012: Cinco disputam Prefeitura de Santarém



Cinco registraram a candidatura à Prefeitura de Santarém

Santarém - O prazo para que os candidatos às eleições 2012 registrassem a candidatura na justiça eleitoral encerrou às 19 horas desta quinta-feira, 5 de julho. Cinco registraram a candidatura à Prefeitura de Santarém para as eleições que serão realizadas no dia 7 de outubro.

Deste o último dia 30 de junho, quando encerrou o prazo para que os partidos realizassem as convenções, muitas foram as reviravoltas que se deram, com candidatos mudando no último momento e ameaças de partidos que compunham as coligações. Mas, às 18h30 desta quinta-feira, os santarenos puderam conhecer quem serão os políticos que irão disputar o voto para governar Santarém durante quatro anos. São eles:

•Alexandre Von (PSDB/prefeito) e Maria José Maia (DEM/vice). A "Coligação Santarém Sustentável" terá a sustentação política de oito partidos: PSDB, DEM, PPS, PSDC, PMN, PV, PSB, PSD. Na eleição proporcional, essa aliança política assim se subdividiu:

1) PSDB-PSD - 42 candidatos
2) PPS-PSDC-PMN-PV-PSB - 41 candidatos
3) DEM - 42 candidatos

•José Maria Tapajós (PMDB/prefeito) e José Antônio Rocha (PMDB/vice). A "Coligação Com o Povo" será sustentada pelos partidos PHS e PSL. Na eleição proporcional, o PMDB disputará as 21 vagas sozinho, com uma chapa de 24 candidatos. O PSL vai apresentar na eleição proporcional 30 candidatos a vereadores. O PHS não disputa a proporcional só entra com apoio na majoritária ao PMDB.

•Rubson Santana (PSC/prefeito) e Carlos Silva (PSC/vice). E o PTC coliga na majoritária e proporcional "Coligação Acorda Santarém, Mudança Já".

•Márcio Pinto (PSOL/prefeito) e Mike Vieira (PSOL/vice). Na eleição proporcional, o partido também disputará as 21 vagas com candidatos só do PSOL. Na "Coligação dá pra Ser do Jeito Certo" serão apresentados 15 candidatos a vereadores.

• Lucineide Pinheiro (PT/prefeito) e Bruno Figueiredo (PDT/vice). Pela "Coligação Para Santarém Seguir Mudando" estão 12 partidos: PT, PDT, PP, PTB, PCdoB, PR, PRB, PPL, PRP, PTdoB, PTN, PRTB. E na proporcional:PT, PR, PP, PDT, PPL, PRP, PRTB, PRB, PTB, PTN, PT do B, PC do B.

notapajos.com

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Palavras do Prof.º Marcio Pinto em relação a eleição para Prefeito de Santarém


DIAS DE LUTAS SE APROXIMAM

Este ano vivenciaremos mais uma eleição. É verdade que muitos de nós passamos por este processo sem qualquer estímulo, sobretudo porque somos obrigados a conviver com um jeito ultrapassado e perverso de fazer política.
Um modelo marcado pela venda do voto, pela troca de favores, pela negociação imoral dos espaços públicos, por esquemas pesados de corrupção, o que nos leva à descrença e, muitas vezes, ao comodismo.
Mas, como cidadãos de bem desse município, acredito que é um erro nos omitirmos, bem como é um erro aceitar o discurso oficial de que política é assim mesmo. Temos um papel importante nesse processo. Não podemos permitir que a “velha política” se perpetue em nosso meio sem encontrar resistência.
Não podemos permitir que cargos públicos continuem sendo ocupados por conveniência política em vez de competência profissional. Não podemos permitir que espaços da administração sejam tratados como se fossem extensões de quintais de algumas famílias que se sentem donas da coisa pública.

Precisamos nos manifestar e lutar para que nossos recursos não caiam na vala da corrupção. Caso contrário, estaremos alimentando esse modelo que tanto dificulta a vida das pessoas que mais necessitam do serviço público.
Combater tudo isso, entretanto, não é tarefa fácil, sobretudo porque uma parcela da população tem lucrado muito com essa engrenagem.
Estamos falando de famílias que longe de discutir políticas que elevem as condições de vida das pessoas, preferem discutir estratégias que lhes assegurem a posse dos cargos e dos recursos públicos.

Estamos falando de pessoas que, ao contrário da maioria da nossa gente, dispõem de teto para se abrigar, lençóis limpos para se cobrir, alimentos escolhidos para se alimentar e plano de saúde e boa escola para atender aos filhos.
Por essas razões, estou convencido a disputar mais uma vez as eleições municipais 2012 e hoje sou pré-candidato a PREFEITO pelo PSOL/Santarém.
A princípio, digo que essa pré-candidatura é alternativa aos modelos de Administração (PSDB/DEM x PT/PMDB) que vêm se revezando em Santarém nos últimos 16 anos. Por hora, ofereço a certeza de que uma administração do PSOL, hoje algo possível, será colocada a serviço da coletividade e do bem comum, sempre com ousadia, honestidade, democracia e muita transparência.

Aos que compartilham da convicção de que precisamos disputar o executivo municipal como espaço de poder, visando usar sua estrutura a favor do bem e do interesse de todos, como dita nossa Constituição Federal, agradeço e convido desde já a abraçar nosso projeto, somando-se a nossa frente de batalha.
A primeira tarefa será estar junto comigo em nossa Convenção Municipal do PSOL/Santarém que acontecerá no dia 30 de junho, a partir das 17 horas, no Auditório da UFOPA, na Av. Marechal Rondon, esquina com a Trav. Luiz Barbosa.
Um abraço forte e fraterno.

Professor Márcio Pinto.

Nota: Outros candidatos que desejarem espaço no blog podem solicitar através do celular 91256650

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Belém está optando pelo Psol na eleição que se aproxima.




QUARTA PESQUISA REGISTRADA PARA PREFEITO DE BELÉM
Em mais uma pesquisa de opinião pública sobre as intenções de voto para Prefeito de Belém, aqui publicada, aparecem os pré-candidatos Edmilson Rodrigues do PSOL e José Priante do PMDB para o pleito de outubro na frente. O estudo foi realizado pelo Instituto Acertar e está registrada junto ao TSE e TRE/PA em cumprimento ao que dispõe o art. 33º e seus §§ 1º e 2º da Lei nº 9.504/97, assim como o art. 7º da Resolução TSE nº 23.364/201. O número de registro da pesquisa é PA-00018/2012. O período de realização da pesquisa foi de 8 a 11 de junho de 2012, margem de erro: 4% sobre os resultados gerais da pesquisa. Número de entrevistas: 630. O contratante da pesquisa é a empresa Bacana Comunicação, Publicações e Vídeos Ltda.

Edmilson em primeiro, Priante em segundo, Zenaldo em terceiro e Jordy em quarto.

Na intenção de voto estimulado em um cenário com o nome dos principais pré-candidatos a prefeito de Belém se a eleição fosse hoje Edmilson Rodrigues obteria 37% da preferência dos eleitores, contra 18,2% de Priante. Seguidos de Zenaldo com intenção de voto de 10,1%, Arnaldo Jordy 9,4%. Em um patamar mais abaixo aparecem: Jefferson Lima (5,9%), Alfredo Costa (3,3%) e Anivaldo Vale (2,1%). Os votos brancos e nulos somariam 7,5% e 6,5% encontram-se indecisos.

Comparando o retrato do momento atual com o apresentado pela pesquisa realizada em abril pelo mesmo Instituto Acertar, as intenções de voto dos pré-candidatos não apresentaram oscilações consideráveis.
Os pré-candidatos que apresentaram uma tendência discreta de crescimento foram Priante (de 16,1% para 18,2%) e Zenaldo (de 8,3% para 10,1%). Já Arnaldo Jordy, Edmilson Rodrigues e Alfredo Costa oscilaram negativamente (1,7%, 1,0% e 0,5%) respectivamente. Os votos brancos/nulos passaram de 5,9% para 7,5% e os indecisos de 4,3% para 6,5%.
Vale ressaltar que no cenário de abril figuravam o nome do ex-governador Almir Gabriel que obteve 12,4% das intenções de voto. No atual cenário passou a compor o nome do vice-prefeito Anivaldo Vale que alcançou 2,1% das menções e de Jefferson Lima que obteve 5,9%.
O Gráfico abaixo oferece uma imagem das movimentações das intenções de voto.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Rio+20 começa hoje com falta de consenso






Há baixa expectativa de que documento final estipule metas ambiciosas para o desenvolvimento sustentável

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, começa nesta quarta-feira (13), no Rio de Janeiro, com incertezas, falta de consenso e sem grandes expectativas de que o documento final estipule metas ambiciosas. Até ontem, havia confirmação da participação de representantes de 186 dos 193 países-membros da ONU - a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, representará o presidente Barack Obama.

Entenda: Como vai funcionar a Rio+20

Os principais impasses continuam em torno do fortalecimento do programa das Nações Unidas para o Ambiente (Pnuma) e sobre os temas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) - pelos quais os países avançariam como uma segunda etapa dos Objetivos do Milênio, um conjunto de oito metas estabelecidas pela ONU em 2000 e que devem ser atingidas por todos os países até 2015. Mas até a última reunião preparatória, no início do mês, em Nova York, não havia acordo nem mesmo sobre quantos deveriam ser os temas desses objetivos sustentáveis.

A ONU já dá como certo que as negociações não se encerram ao longo dos três dias de reunião preparatória do documento final, a partir de hoje. Por enquanto há acordo em relação a menos de um quarto dos parágrafos do documento. Como a decisão é por consenso entre os 186 países participantes, fica claro o tamanho do desafio. Já se inscreveram para fazer discursos durante a cúpula 76 presidentes, 6 vices, 44 primeiros-ministros e 7 vice-primeiros-ministros.

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O Brasil defendeu ontem o fortalecimento de princípios acordados há 20 anos e que não haja retrocessos em pontos conquistados na Eco-92. A informação foi passada em uma entrevista sem muito entusiasmo concedida pelos ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente) no Riocentro, sede do evento.

Veja a cobertura completa da Rio+20

Patriota disse que o País chega à última etapa de negociações defendendo a manutenção de pontos estabelecidos na Eco-92, como ter o ser humano como o centro das atenções e o princípio das "responsabilidades comuns, porém diferenciadas".

Em linhas gerais, esse princípio prevê que todos os países têm compromisso com as mudanças, mas os ricos têm mais, porque historicamente contribuíram mais com a degradação do planeta.

"A crise econômica há 20 anos afetava sobretudo os países em desenvolvimento. Hoje, o que antes era considerado periferia está trazendo respostas. A periferia de certa maneira virou o centro", disse Patriota.

Polarização
Sobre a divergência entre países ricos e pobres, um representante da ONU disse que hoje não dá mais para falar em polarização Norte-Sul. "Em que categoria Brasil, a sexta economia do mundo, China e Índia se colocam, como pobres? Claro que ainda existe muita pobreza. E há um medo dos países em desenvolvimento de serem forçados a tomar atitudes imediatas que possam prejudicar o seu crescimento. É mais complicado que Norte x Sul. O mundo está muito diferente."

Mais cedo, Izabella havia comparado a falta de acordo nas negociações com o que ocorreu no ano passado durante a conferência do clima (COP-17), em Durban, África do Sul. "Todos diziam que Durban não ia dar em nada, mas conseguimos reverter a situação", lembrou a ministra, sobre o acordo fechado em dezembro por representantes de 194 países de renovar o Protocolo de Kyoto para pelo menos até 2017.