sexta-feira, 17 de maio de 2013

Dayan Serique propõe meia-entrada para todos os servidores públicos municipais



Gostaria de parabenizar o vereador Dayan Serique pela iniciativa de apresentar uma Emenda Aditiva à Lei Municipal Nº. 15.534/96, que concede o direito de meia-entrada aos profissionais da educação do município de Santarém em cinemas, casas de eventos teatrais, musicais, circenses, centros esportivos e de lazer. Segundo Dayan Serique, a emenda estende aos demais servidores públicos municipais o direito à meia-entrada, como forma de reconhecer a importância desta respeitável categoria funcional, e proporcionar cada vez mais o acesso a eventos culturais, de entretenimento e de lazer. Este benefício de meia-entrada aos servidores públicos já ocorre em diversos municípios do país, inclusive em Belém. Sua campanha a Deputado Estadual desde já ganha o meu apoio. Jean Correa...

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Vagas em aberto na prefeitura

Vice-presidente do sindicato que congrega os servidores públicos municipais em Santarém, Jean Corrêa, 32 anos, tem em mãos um documento precioso: o relatório com número de vagas não preenchidas por aprovados no concurso público de 2008 da prefeitura.
Essas vagas podem ser preenchidas por quem está no cadastro de reserva. Mas para isso, o candidato terá que acionar a Justiça.
É que o prefeito Alexandre Von (PSDB) dará posse a concursados só medidante decisão judicial.
Para o cargo de agente de segurança patrimonial (vigia), na área urbana, por exemplo, há 22 vagas disponíveis. Para agente administrativo (nível médio), existem 66 vagas abertas. Para enfermeiro (a), são 20 as vagas disponíveis para área urbana e uma vaga para zona rural.
Na área do magistério, existem cerca de 80 vagas abertas.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Contados 48 mortos nas inundações na Argentina



À medida que as águas foram baixando ao longo das últimas horas, os cadáveres foram sendo descobertos. Em La Plata, cidade a 60 quilómetros de Buenos Aires, que ficou alagada com água que subiu até aos dois metros, morreram 48 pessoas, vitimas das piores cheias de que há memória na Argentina. Na capital, Buenos Aires, morreram outras oito pessoas.

Foram precisas poucas horas de chuvas torrenciais – na noite de terça para quarta-feira – para provocar uma tragédia. Ninguém estava preparado para uma subida tão rápida das águas no estuário onde desemboca o rio da Prata. As pessoas "tentaram subir para os telhados e para as árvores, mas muitas não conseguiram", disse à AFP o governador provincial, Daniel Scioli.

"Nunca vimos nada assim", disse Scioli. "As pessoas foram apanhadas de surpresa e algumas não tiverem tempo de escapar a esta armadilha mortal."

Os corpos foram aparecendo e fizeram engordar um balanço que ainda não é definitivo. Metade da cidade de La Plata, onde vivem 900 mil pessoas, foi inundada e privada de electricidade. Mais de 2500 pessoas tiveram de abandonar as suas casas invadidas pela água e formam transferidas para duas dezenas de centros de acolhimento temporários.

Segundo os serviços de meteorologia, caíram 40cm de água em apenas duas horas, um recorde para La Plata. A água acumulou-se nas zonas mais baixas da cidade situada na margem sul do vasto estuário do rio da Prata. "Vivo aqui há 40 anos e esta é a primeira vez que vejo isto", desabafou Maximiliano Miceli, que ficou com a casa e o carro debaixo de água.

"O que se passou em La Plata é inédito. Ainda há pessoas nos telhados e nas árvores à espera de serem resgatadas", disse o vice-ministro da Segurança, Sergio Berni.

Em Buenos Aires, onde 350 mil pessoas foram afectadas pelas inundações, a situação já estava esta quinta-feira praticamente normalizada, mas nos bairros mais pobres ainda havia muito trabalho de limpeza e reconstrução a fazer.

O presidente da Câmara de Buenos Aires, Mauricio Macri, avisou a população para a repetição de inundações. "Estas chuvas violentas que se repetem devem-se ao aquecimento global", explicou

Se em La Plata as inundações provocadas pela chuva não são muito frequentes, elas são mais habituais em Buenos Aires e nos seus arredores, onde a urbanização ao longo do rio da Prata foi feita, em grande parte, em terrenos inundáveis e onde, em diversas zonas, a circulação se faz de barco ao longo de canais.

Para o arquitecto Roberto Livingston, as inundações de Buenos Aires e La Plata têm origens semelhantes que pouco têm a ver com o aquecimento global: as cidades foram construídas de maneira "irresponsável", sem ter em conta a hidrografia da zona.

"O homem constrói e pensa que consegue dominar a natureza", disse Livingston à AFP. "As pessoas vivem em cima de cursos de água sem o saberem. Não há parques suficientes para absorver a água e o sistema de evacuação das águas da chuva não está em bom estado."

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Seguno o Vereador Erasmo Maia SEMED é a Secretaria que mais deve em Santarém



Vereador Erasmo Maia (DEM): Identifica segundo ele, um descontrole financeiro na atual gestão municipal, que diz vir ocorrendo desde 2011, “quando percebemos um acumulado de dividas do município, de restos a pagar do município em torno de R$ 54 milhões, só a Secretaria de Educação tinha R$ 35 milhões, já foram pagos mais de R$ 18 milhões e ainda tem uma divida até 31 de agosto em torno de R$ 22 milhões, essa é a secretaria que mais deve no município”, descreve. De acordo com o vereador a sua preocupação é que as contas do governo “não vão fechar”. Informa que a gestão municipal já começa a tirar a coleta de lixo das vilas, reduz o efetivo daqueles que trabalham diariamente nas ruas, não compra mais combustível para os veículos da infraestrutura para a coleta de entulho, limpeza e melhorias de ramais. Erasmo observa que o governo municipal não pode deixar dividas para o outro prefeito, que extrapole a Lei de Responsabilidade Fiscal que diz que a partir de dez de janeiro não pode assumir dividas contraídas no governo anterior.

Fonte: http://vilbertosa.blogspot.com.b

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

21/10/2012 19h34 - Atualizado em 21/10/2012 23h35 Love diz que pediu a Luis Fabiano para chutar pênalti para fora



Desespero, uma forma de pressão ou brincadeira? Vagner Love soltou uma gargalhada e disse após a vitória sobre o São Paulo por 1 a 0, neste domingo, que fez um pedido inusitado ao pé do ouvido de Luis Fabiano na hora em que o artilheiro são-paulino foi cobrar o pênalti que acabou desperdiçando, na primeira etapa da partida no Engenhão.

- Falei para ele chutar para fora, chutar para cima, porque a vida do São Paulo já está definida - disse Love para o SporTV (assista no vídeo acima) sobre o lance que gerou muitas brincadeiras nas redes sociais após o jogo, associando o cochicho à cena do capítulo final da novela 'Avenida Brasil', em que o personagem Adauto, interpretado por Juliano Cazarré, escuta uma provocação do adversário porque usava chupeta ainda e perde pênalti decisivo para o Divino, clube de futebol da trama.

O goleiro Felipe acabou pegando o pênalti, e, com um gol de González no segundo tempo, o Flamengo voltou a vencer após cinco jogos. Mas, ao mesmo tempo, Love também completou cinco partidas sem fazer gol pelo Rubro-Negro (o último foi no dia 26/9 contra o Atlético-MG, e ele não atuou contra o Bahia).



21/10/2012 19h34 - Atualizado em 21/10/2012 23h35
Love diz que pediu a Luis Fabiano para chutar pênalti para fora
Atacante comemora vitória rubro-negra sobre o São Paulo, no Engenhão, mas completa cinco partidas sem marcar pelo Flamengo

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro

Desespero, uma forma de pressão ou brincadeira? Vagner Love soltou uma gargalhada e disse após a vitória sobre o São Paulo por 1 a 0, neste domingo, que fez um pedido inusitado ao pé do ouvido de Luis Fabiano na hora em que o artilheiro são-paulino foi cobrar o pênalti que acabou desperdiçando, na primeira etapa da partida no Engenhão.

- Falei para ele chutar para fora, chutar para cima, porque a vida do São Paulo já está definida - disse Love para o SporTV (assista no vídeo acima) sobre o lance que gerou muitas brincadeiras nas redes sociais após o jogo, associando o cochicho à cena do capítulo final da novela 'Avenida Brasil', em que o personagem Adauto, interpretado por Juliano Cazarré, escuta uma provocação do adversário porque usava chupeta ainda e perde pênalti decisivo para o Divino, clube de futebol da trama.

O goleiro Felipe acabou pegando o pênalti, e, com um gol de González no segundo tempo, o Flamengo voltou a vencer após cinco jogos. Mas, ao mesmo tempo, Love também completou cinco partidas sem fazer gol pelo Rubro-Negro (o último foi no dia 26/9 contra o Atlético-MG, e ele não atuou contra o Bahia).
Vagner Love Luis Fabiano (Foto: Alexandre Loureiro / VIPCOMM)Vagner Love ganha bola na cabeça de Luis Fabiano (Foto: Alexandre Loureiro / VIPCOMM)

Love foi o jogador que mais finalizou na partida - cinco no total - duas para fora e três defendidas por Rogério Ceni. Com a garra habitual, mais uma vez bateu na trave, ainda que não literalmente.
Flamengo faltam 6 rodadas (Foto: Editoria de Arte / Globoesporte.com)

- O meu gol não está saindo, mas o grupo está de parabéns, e a vitória valeu muito, nos dará tranquilidade para o jogo contra o Atlético-MG. Sempre entro em campo com vontade de fazer gol, mas conseguir uma vitória, do jeito que conseguimos hoje, correndo, lutando, me deixa muito feliz. O time todo está de parabéns - disse.

Com a vitória, o Flamengo chegou aos 40 pontos e respirou mais aliviado no Campeonato Brasileiro. O time rubro-negro só volta a campo no próximo dia 31, contra o Atlético-MG, em Minas.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Dilma Roussef sanciona com vetos a lei que modifica o Código Florestal

Anúncio foi feito pela ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira.
Veto mais polêmico foi sobre a recomposição de mata nas margens de rios.

A presidente Dilma Roussef sancionou com nove vetos a lei que modificou o Código Florestal. Entre os artigos aprovados pelo Congresso Nacional e barrados pela presidente está o que permitia uma área menor de recuperação de matas nas margens dos rios.
Quem anunciou os vetos ao texto aprovado no Congresso Nacional foi a ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira. “Um total de nove vetos que foram todos fundamentados naquilo que é o princípio da edição da medida provisória, que significa não anistiar, não estimular desmatamentos ilegais e assegurar a justiça social, a inclusão social no campo em torno dos direitos dos pequenos proprietários e agricultores familiares.
O veto mais polêmico foi sobre a recomposição de mata nas margens de rios. O governo decidiu resgatar a chamada escadinha, que criou regras diferentes para o reflorestamento de acordo com o tamanho da propriedade. Para as médias propriedades, por exemplo, o Congresso havia aprovado uma recomposição de 15 metros em cada margem. Agora, a recuperação deverá ser entre 20 e 100 metros, dependendo da largura do rio. “Não entende o governo que nós devemos reduzir a proteção ambiental para médios e grandes proprietários”, diz Izabella.
A presidente também vetou a faixa de cinco metros para recuperação florestal dos rios intermitentes, que secam durante uma época do ano. Agora, a recomposição desses cursos d’água devem ser seguir as mesmas regras dos rios perenes. Também foi vetada a recomposição de Áreas de Preservação Permanente (APP) apenas com árvores frutíferas. O governo decidiu que o reflorestamento deverá ser feito com espécies nativas ou com combinação de nativas e exóticas.
Por meio de decreto, a presidente ainda estabeleceu as regras para o plano de regularização ambiental e o cadastro ambiental rural, que devem ser feitos por todos os produtores para se adequar ao Código Florestal. Essas regras e os nove vetos serão conhecidos integralmente nesta quinta-feira (18) com a publicação no Diário Oficial da União.
O líder da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Homero Pereira, não gostou dos vetos. Ele diz que isso contraria uma negociação de vários meses realizada pela Comissão Mista no Congresso Nacional. “Nós achamos que houve um golpe e nós certamente vamos reagir a esse golpe que houve do acordo que foi construído por ícones do ambientalismo que representavam o PT e o governo no Senado federal”, diz.
Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, alguns pontos do Código Florestal ainda precisam de regulamentação, o que deve ser feito ainda este ano através de atos do governo.