quinta-feira, 12 de março de 2015
Testa de Ferro de Lula e Dilma: João Pedro Stédile
João Pedro Stedile (Lagoa Vermelha, 25 de dezembro de 1953) é um economista e ativista social brasileiro. É graduado em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, e pós-graduado pela Universidade Nacional Autônoma do México.
Marxista por formação, Stédile é um dos maiores defensores da reforma agrária. Filho de pequenos agricultores da província italiana de Trento, reside hoje em São Paulo.
É membro da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), do qual é também um dos fundadores. Participa desde 1979 das atividades da luta pela reforma agrária no País, pelo MST e pela Via Campesina.
Atuou como membro da Comissão de Produtores de Uva, dos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais do Rio Grande do Sul, na região de Bento Gonçalves.
Assessorou a Comissão Pastoral da Terra (CPT) no Rio Grande do Sul e em âmbito nacional e trabalhou na secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul.
Recebeu a medalha "Mérito Legislativo", concedida a personalidades brasileiras ou estrangeiras que realizaram ou realizam serviço de relevância para a sociedade. A indicação partiu do deputado federal Brizola Neto (PDT/RJ), líder da bancada do seu partido na Câmara, como uma forma de trazer a reflexão à luta pela terra e o uso que vem sendo feito dela. Para Brizola Neto, a indicação é uma homenagem mais do que merecida. "A medalha será um símbolo para o Congresso Nacional, que tomou essa iniciativa, mesmo com alguns tentando criminalizar as ações do movimento.". Ele diz ainda que a contribuição que Stédile deu ao país é a luta que vem travando nesses anos todos pela terra.1
Índice [esconder]
1 Controvérsias
2 Bibliografia
3 Referências
4 Ligações externas
§Controvérsias[editar | editar código-fonte]
Stédile defende abertamente a insubordinação legal e a luta armada. Em um artigo 2 sobre a deposição do presidente do Paraguai, Fernando Lugo, em 2012, ressaltou: "Se a sociedade paraguaia estivesse dividida e armada, certamente os defensores do presidente Lugo não aceitariam pacificamente o golpe".
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, que tem em Stédile um líder, é, não raras vezes, acusado de não ter como meta principal o bem estar dos camponeses, e sim, utilizar a reforma agrária apenas como pretexto para promover uma revolução socialista. Um trecho da cartilha de lutas do MST diz: "Os dirigentes possuem um sonho revolucionário que é construir sobre os escombros do capitalismo uma sociedade socialista. Muitas vezes as aspirações dos dirigentes não são as mesmas da massa. Nesse caso é preciso desenvolver um trabalho ideológico para fazer com que as aspirações da massa adquiram caráter político e revolucionário".
Para Stédile, que apoiou Dilma Rousseff em sua campanha presidencial3 , “O governo Dilma virou um bando de tecnocratas de costas para o povo 4 ”. Todavia, o MST tem seu nome cada vez mais envolvido em denúncias de repasses irregulares de verbas públicas, desde a gestão do presidente Lula5 .
§Bibliografia[editar | editar código-fonte]
João Pedro Stédile discursando em Brasília (2004)
Stédile é autor ou co-autor de diversos livros sobre a questão agrária.
Brava Gente: a Trajetória do MST e a Luta Pela Terra no Brasil, com Bernardo Mancano Fernandes. São Paulo. Editora Perseu Abramo: 1999. ISBN 8586469173.
Classes Sociais em Mudança e a Luta Pelo Socialismo, com Francisco de Oliveira e José Genoíno. São Paulo. Editora Perseu Abramo: 2000. ISBN 8586469394.
Ruy Mauro Marini: Vida e Obra, com Roberta Traspadini. São Paulo. Editora Expressão Popular: 2005.
ISBN 8587394827
A Questão Agrária no Brasil: o Debate Tradicional: 1500-1960. São Paulo. Editora Expressão Popular: 2005
ISBN 8587394681
A Questão Agrária no Brasil: o Debate na Esquerda: 1960-1980. São Paulo. Expressão Popular: 2005. ISBN 858739472X
A Questão Agrária no Brasil: Programas de Reforma Agrária: 1946-2003. São Paulo. Expressão Popular: 2005. ISBN 8587394711
Leituras da Crise, com Marilena Chauí, Leonardo Boff et al. São Paulo. Editora Perseu Abramo: 2006. ISBN 857643024X
Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: João Pedro Stédile
§Referências
Ir para cima ↑ http://www.mst.org.br/Stedile-recebe-homenagem-da-Camara-dos-Deputados
Ir para cima ↑ artigo http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/1121160-tendenciasdebates-as-mentiras-paraguaias-das-elites-brasileiras.shtml
Ir para cima ↑ http://www1.folha.uol.com.br/poder/764639-mst-ve-ocupacao-com-dilma-e-tensao-no-campo-com-serra.shtml
Ir para cima ↑ http://www.viomundo.com.br/politica/stedile-o-governo-dilma-virou-um-bando-de-tecnocratas-de-costas-para-o-povo.html
Ir para cima ↑ http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u542296.shtml
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Vereadora Ivete queria prioridade para seu pai no Hospital Reginal
Fiquei indignado com a Vereadora Ivete Bastos hoje na sessão na Câmara Municipal de Santarém. Ela usou seu espaço na câmara para chorar e reclamar por que seu Pai não foi atendido no Hospital Regional por falta de vaga na UTI. Ela falou que ligou para o Diretor do Hospital disse que seu pedido não foi atendido. O que ela queria que o Diretor do Hospital retirasse da UTI alguém para colocar seu Pai no lugar???Uma vergonha para uma vereadora que queria usar de influencia para beneficio próprio. Gostaria de lhe informar se for para resolver problema de Saúde desse jeito teríamos que ter milhões de vereadores.Vereadora saiba que no mesmo período que seu pai faleceu, milhares de pessoas faleceram também por falta de UTI e você não tem prioridade nenhuma nos atendimentos do hospital regional. O mandato que lhe foi conferido é para a Senhora lutar pelo um melhor atendimento coletivo e não individual.
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Dilma tem difícil tarefa de bater adversário em debates para frear onda pró-Aécio
A julgar pelas recentes entrevistas da presidente, no entanto, ela parece disposta a partir para o ataque contra o adversário tucano.
Na segunda-feira, em entrevista coletiva no Palácio da Alvorada, Dilma citou problemas na prestação de contas de Aécio quando ele era governador de Minas Gerais, criticou a gestão econômica do governo do PSDB e do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, que foi anunciado como futuro ministro da Fazenda de Aécio, caso ele vença as eleições, e estava afiada para comparar os projetos diferentes de PT e PSDB.
"O problema do discurso dela é se ela assumir uma postura arrogante e soberba. Essa postura atrapalha a Dilma e não sei se ela consegue fazer coisas diferentes. A soberba faz parte dela, é difícil o marqueteiro mudá-la", avaliou Fleischer.
Tadeu Cesar também avalia que Dilma deve tomar cuidado com a postura de ataque. Segundo ele, a presidente deveria ter uma postura mais estratégica para delimitar o eleitorado que foi beneficiado pelas políticas de governo e, com isso, garantir esses votos.
"Me parece que a possibilidade de crescimento do PT é demarcar muito bem os campos. O campo do Aécio tem uma coisa ideologicamente definida, mas tem muito do entusiasmo", argumentou.
Segundo Tadeu Cesar, o tucano consegui atrair também aqueles que ascenderam e não estão satisfeitos com serviços públicos, que estão sendo conquistados pelo discurso de renovação.
"Ela precisa demarcar esse terreno para recuperar parte desse eleitorado, mas sem hostilização", disse Tadeu Cesar. "Para ele, se sair com um empate do debate não é ruim."
http://br.reuters.com
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
No Ibope e no Datafolha, Aécio tem 46% e Dilma, 44%
Pesquisas Ibope e Datafolha divulgadas nesta quinta-feira (9) mostram que o candidato do PSDB, Aécio Neves, tem 46% das intenções de voto e a candidata do PT, Dilma Rousseff, 44%, no segundo turno da disputa para a Presidência da República. A margem de erro das duas pesquisas é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Por isso, os dois estão empatados tecnicamente.
Em votos válidos, Aécio tem 51% e Dilma, 49%, em ambas as pesquisas. Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.
Confira todos os números:
Ibope (veja a pesquisa completa)
Aécio Neves (PSDB) - 46%
Dilma Rousseff (PT) - 44%
Branco/nulo - 6%
Não sabe/não respondeu - 4%
VOTOS VÁLIDOS
Aécio – 51%
Dilma – 49%
O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 205 municípios nos dias 7 e 8 de outubro. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01071/014.
Datafolha (veja a pesquisa completa)
Aécio Neves (PSDB) - 46%
Dilma Rousseff (PT) - 44%
Em branco/nulo/nenhum - 4%
Não sabe - 6%
VOTOS VÁLIDOS
Aécio – 51%
Dilma – 49%
O Datafolha ouviu 2.879 eleitores em 178 municípios nos dias 8 e 9 de outubro. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01068/2014.
Fonte: http://g1.globo.com/politica/eleicoes/2014/blog/eleicao-em-numeros/1.html
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Pará é o estado menos endividado do país
Quase 15 anos após a Lei de Responsabilidade Fiscal e a imposição de tetos para endividamento, a maioria dos novos governadores que irão assumir em janeiro encontrará um Estado menos endividado do que há quatro anos.
Levantamento da Folha mostra que, de acordo com a relação dívida/receita, o endividamento caiu em 16 dos 27 Estados desde 2010.
[O Pará, nesse levantamento, é o estado com menor endividamento do país].
Fonte Blog do Jeso.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Comunidade médica prega holocausto no Nordeste em campanha contra Dilma na web
Grupo com quase 100 mil que se dizem médicos ou estudantes de medicina defende 'castrações químicas' a eleitores do PT.
Uma comunidade de quase 100 mil usuários numa rede social, que se declaram profissionais da classe médica brasileira, se tornou palco de uma guerra de classes no entorno da corrida presidencial, entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB).
Com o título de "Dignidade Médica", as postagens do grupo pregam "castrações químicas" contra nordestinos, profissionais com menor nível hierárquico, como recepcionistas de consultório e enfermeiras, e propõe um "holocausto" entre os eleitores da petista.
Médicos, professores e estudantes de medicina estão entre os 97.901 membros da comunidade na rede social Facebook. Entre postagens de revolta com a situação da econômica do País e xingamentos a nordestinos, os participantes confessam que fazem campanha pró-Aécio até dentro do próprio consultório – público ou privado – convencendo os seus pacientes. Eles dizem que colocam "a recepcionista no lugar dela" com ameaças de que perderia o emprego com a reeleição de Dilma.
O discurso de ódio com conta com frases de "nível de conversa que pobre entende" e ameaças de expulsão do grupo caso o usuário se manifeste contra os ideais da página. Um usuário protesta: "70% de votos para Dilma no Nordeste! Médicos do Nordeste causem um holocausto por aí! Temos que mudar essa realidade!"
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Bomba relógio preste a explodir na campanha do PT
O PT tenta impedir a todo custo que as informações das delações premiadas de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef sejam conhecidas do eleitor. Há consenso de que Dilma sofreria o impacto com novas denúncias de corrupção. Os últimos dias da campanha são tensos para a campanha petista.
http://abr.ai/1vnQYfe
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